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ASF participa na Conferência “Roteiro Nacional para a Neutralidade Carbónica em 2050 - O Papel do Financiamento Sustentável"

     
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A Presidente da ASF, Margarida Corrêa de Aguiar, foi uma das participantes da mesa redonda sobre “O Sistema Financeiro e os Desafios Climáticos”, no âmbito da Conferência “Roteiro Nacional para a Neutralidade Carbónica em 2050 - O Papel do Financiamento Sustentável", organizada pelo Ministério do Ambiente e da Transição Energética, e que se realizou no dia 8 de julho, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Na Conferência foi divulgado o relatório "Linhas de orientação para acelerar o financiamento sustentável em Portugal " e assinada a "Carta de Compromisso para o Financiamento Sustentável", da qual a ASF é uma das entidades subscritoras.
O relatório referido foi produzido pelo “Grupo de Reflexão para a promoção do Financiamento Sustentável e Descarbonização”, coordenado pelo Ministério do Ambiente e da Transição Energética, em parceria com Ministério das Finanças e o Ministério da Economia, e que tem como objetivo desenvolver um diálogo estruturado com o setor financeiro nacional, de forma a promover e acelerar as práticas de investimento sustentável em Portugal. O “Grupo de Reflexão” contou, por isso, com a participação de representantes das diversas entidades do setor financeiro nacional, incluindo a ASF.


Sobre o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050

O Acordo de Paris estabeleceu objetivos de longo prazo de contenção do aumento da temperatura média global a um máximo de 2 °C acima dos níveis pré-industriais, e de prosseguir esforços para limitar o aumento médio da temperatura global a 1,5 °C, bem como objetivos de aumento da capacidade de adaptação aos impactos adversos das alterações climáticas e de mobilização de fluxos financeiros consistentes com trajetórias de baixas emissões e desenvolvimento resiliente. Representa assim uma mudança de paradigma na execução da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, reconhecendo que o desafio das alterações climáticas requer a contribuição de todos. Consequentemente, a integração dos riscos ambientais, sociais e de governação nos processos de gestão de risco do setor financeiro afigura-se cada vez mais importante.
Para apoiar este compromisso, o estado português decidiu elaborar um Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, no qual se explorasse a viabilidade de trajetórias que conduzam à neutralidade carbónica, se identificassem os principais vetores de descarbonização e se estimasse o potencial de redução dos vários setores da economia nacional.
Uma das linhas de atuação definidas neste Roteiro assenta no redireccionamento de fluxos financeiros para a promoção da neutralidade carbónica, promovendo o desenvolvimento de um quadro favorável ao financiamento sustentável e um maior envolvimento do sistema financeiro.
Reconhece-se, assim, o papel que o setor financeiro desempenha nesta matéria, nomeadamente através da mobilização de capitais privados para o financiamento de projetos sustentáveis. A sua atuação a este nível contribuirá para que se alcancem resultados significativos na luta contra as alterações climáticas, na proteção do ambiente e na promoção do bem-estar da sociedade.

Linhas de orientação para acelerar o financiamento sustentável em Portugal 

Carta de Compromisso para o Financiamento Sustentável


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